segunda-feira, 23 de maio de 2016

Diversidades.

Outro dia estava andando de bicicleta pelo bairro a noite e tinha várias dessas igrejinha de portinha mesmo que alguns de nós não damos muito valor. Sei que muito instituíram um mercado da fé, bom mas esse assunto deixa pra outro dia. Fui passando e as pessoas ali cantavam meio desafinadas, mas estavam ali. Como eu estava testando minha bike que acabara de montar a volta foi longa e vi uma outra igreja onde o pregador, num tom mais alto pregava, chegava ser meio engraçado pois ele errava muito no português, mas estavam ali. Observei eu acho que quatro dessas igrejinhas ou ponto de pregação, aqui no meu Irajá, e cheguei a conclusão que eles não estavam ali, estavam conectados com Deus, louvando o amor de Cristo, cada um à sua maneira, com suas limitações e simplicidade. Pessoas que num dia comum decidiram sair deste mundo e se conectarem com Deus e nesse dia percebi quão imenso é a igreja de Cristo, não uma igreja pomposa, de edificação imponente e sim a igreja de seus verdadeiros adoradores. Pretendo com isso amados demostrar que não só através de sermões elaborados, oratórias eloquente, ou através de cultos pirotécnicos pessoas podem experimentar o agir do espírito, o que muitas vezes em espetáculos evangélicos as pessoas se enganam achando que a emoção causada por um arrepio a mais é ação do Espírito Santo. Não sei se me expresso corretamente aqui. Mas o que quero transmitir é o prazer que sento vendo de uma maneira mais ampla o clamor em várias formas no cultuar a Deus. Tudo isso numa volta de bicicleta, Deus é muito misterioso e tremendo. 


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